sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Vaso (Poema do Álcool)

Olhe mais perto de ti.
Quebrastes teus pedaços.
Para todos os lados.

E as serpentes dentro do vaso
Picavam a si e a quem
Feriam os cacos.

Tens que te debater
Dentro do lago.
Afogue as serpentes
E morra afogado.

Reconstitua o vaso,
O corpo quebrado,
Não evites a dor,
Ela colará teus pedaços.

Calmamente

calma mente
mente calma

mente calma
calma mente

calma mente
mente calma

mente calma
calmamente

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

"Hanimal" empalhado

Lá fora?

Aqui dentro estou.
Trancado por horas.

Quebro me.

Sou feito de que?

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

É memo?

!
...

domingo, 17 de maio de 2009

São Paulo

O mau cheiro do nosso corpo nos agrada
Nosso mal gosto nem se fala...
Então....
a gente se devora ...

Aqui todo dia é santo e é assim
de qualquer jeito,
pra qualquer caminho.

Vozes sem saber aonde coincidir.

Rimas ricas, rimas pobres
Pobres rimas...

São Paulo, derretida São Paulo!
Você somos nós sem saber o que você quer

é...

A conclusão foi embargada...

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Demri L. Parrott

Is she afraid to turn the lights off?
It's getting dark, it feels so hard to understand
She says "I'm in heaven, it's a great time, I'm so happy....
I wish I could have another one..."

It's such a strange feeling
Inside me
It's such a strange feeling
I can't explain

It's kind of a shaking body
Kind of a speedy blood
Kind of a stoned heart
All at the same time...

My heart is a waterfall"

Papelote


Ei você, que não tem coragem
De largar esse osso
E ir em busca de carne.

Quem é você...
Pra reclamar o meu juizo
Um eco desumano
Rasgando um abismo.

Você não sabe o que fazer
É um pinguim na mata atlântica

Então vem um bicho qualquer...
E te come
E te come
Te come
E tem uma indigestão...

Às vezes carros passando na rua
Será que essa rua é sua?
De qualquer forma...
Não me lembro de você não...

Por que você é um tiro dado
Uma bala perdida
Que se infiltra na minha mandibula
Buscando alguém
Pra matar...

Oh não!

Um olhar perdido na festa
Procurando chamar atenção
Todos sabem que você não presta
E procuram te usar então...

O que fazer...
Se você

Não passa
Ñão passa
Não passa...

Pela minha garganta não...

Oh não...

O autor

Em voz alta!
Antes de escrever
A gente já pensa...
Na entre vista...

Esse "já" é engraçado...
Dá encha-se (d)
Ar, busto estragado
Pra qualquer escultor...

Só resta ririri...rs
kkkkkkkkkkkkkkkk (d)

A morte de um demônio

Hey! Eu estou aqui!
Aaaaar - Eu não sei pra onde ir...

(Uma triforca )

Alguns caminhos bobos
Me interessam mais do que outros.
Até experimentei um pouco
Desse seu viciozinho torto:

(Absorta )

Cada relâmpago rasga
Um pensamento breve
Que aos porcos se arrasta
E meche com a cabeça da gente...

(Fecho a boca)

Pus abaixo a dignidade,
Tornei-me impróprio e rústico
E depois da tempestade
A chuva não me interessa mais.

(alma oca)

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Espelho nu (ler em voz)

Seu rosto nu
Nu espelho
Não corrói minha alma

Seu sono agitado vai
Antecipar "me acalma!"

E quando você tentar lutar
Vai perder suas forças
E se cortar com sua faca:

Será, então, que teremos algo a dizer?
Saberemos que há chuva lá fora?
Se há águas que molharão meu rosto...
(Se há lágrimas) Será que levaram embora?

Serão as lágrimas que caem do céu?
Só pra forrar o ar,
só pra formar o mar,
Só pra nos ver chorar...

Essa violência sem amor

São cicatrizes sem valor
São cicatrizes sem valor
São cicatrizes sem valor

sábado, 25 de abril de 2009

Orgãos voadores não identificados...


Estou num vale
Prestes a ser inundado


Daqui vejo um par de OVNIs
Ariscos com o mesmo movimento
Parecem estar em colapso

Seus olhos...
Não é uma dança,
é um enfarto...

Você está tremulo...
Suando com o meu rosto!

Vanish.........

Vanish.........