Do nosso corpo o mal cheiro nos agrada
Nosso gosto mal nem se fala...
Devorando a degradação degradada
Aqui todo dia é santo e é assim
Qualquer de jeito,
Caminho pra qualquer.
Coincidir vozes, onde sem saber?
Rimas ricas, rimas pobres
Pobres rimas...
Derretida São Paulo!
Você somos nós sem saber o que você quer
A conclusão foi embargada... é...
domingo, 17 de maio de 2009
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Demri L. Parrott
Is she afraid to turn the lights off?
It's getting dark, it feels so hard to understand
She says "I'm in heaven, it's a great time, I'm so happy....
I wish I could have another one..."
It's such a strange feeling
Inside me
It's such a strange feeling
I can't explain
It's kind of a shaking body
Kind of a speedy blood
Kind of a stoned heart
All at the same time...
My heart is a waterfall"
It's getting dark, it feels so hard to understand
She says "I'm in heaven, it's a great time, I'm so happy....
I wish I could have another one..."
It's such a strange feeling
Inside me
It's such a strange feeling
I can't explain
It's kind of a shaking body
Kind of a speedy blood
Kind of a stoned heart
All at the same time...
My heart is a waterfall"
Papelote

Ei você, que não tem coragem
De largar esse osso
E ir em busca de carne.
Quem é você...
Pra reclamar o meu juizo
Um eco desumano
Rasgando um abismo.
Você não sabe o que fazer
É um pinguim na mata atlântica
Então vem um bicho qualquer...
E te come
E te come
Te come
E tem uma indigestão...
Às vezes carros passando na rua
Será que essa rua é sua?
De qualquer forma...
Não me lembro de você não...
Por que você é um tiro dado
Uma bala perdida
Que se infiltra na minha mandibula
Buscando alguém
Pra matar...
Oh não!
Um olhar perdido na festa
Procurando chamar atenção
Todos sabem que você não presta
E procuram te usar então...
O que fazer...
Se você
Não passa
Ñão passa
Não passa...
Pela minha garganta não...
Oh não...
De largar esse osso
E ir em busca de carne.
Quem é você...
Pra reclamar o meu juizo
Um eco desumano
Rasgando um abismo.
Você não sabe o que fazer
É um pinguim na mata atlântica
Então vem um bicho qualquer...
E te come
E te come
Te come
E tem uma indigestão...
Às vezes carros passando na rua
Será que essa rua é sua?
De qualquer forma...
Não me lembro de você não...
Por que você é um tiro dado
Uma bala perdida
Que se infiltra na minha mandibula
Buscando alguém
Pra matar...
Oh não!
Um olhar perdido na festa
Procurando chamar atenção
Todos sabem que você não presta
E procuram te usar então...
O que fazer...
Se você
Não passa
Ñão passa
Não passa...
Pela minha garganta não...
Oh não...
O autor
Em voz alta!
Antes de escrever
A gente já pensa...
Na entre vista...
Esse "já" é engraçado...
Dá encha-se (d)
Ar, busto estragado
Pra qualquer escultor...
Só resta ririri...rs
kkkkkkkkkkkkkkkk (d)
Antes de escrever
A gente já pensa...
Na entre vista...
Esse "já" é engraçado...
Dá encha-se (d)
Ar, busto estragado
Pra qualquer escultor...
Só resta ririri...rs
kkkkkkkkkkkkkkkk (d)
A morte de um demônio (A um progenitor de papel: uma experiência)
Hey! Eu estou aqui!
Aaaaar - Eu não sei pra onde ir...
(Uma triforca )
Alguns caminhos bobos
Me interessam mais do que outros.
Até experimentei um pouco
Desse seu viciozinho torto:
(Absorta )
Cada relâmpago rasga
Um pensamento breve
Que aos porcos se arrasta
E meche com a cabeça da gente...
(Fecho a boca)
Pus abaixo a dignidade,
Tornei-me impróprio e rústico
E depois da tempestade
A chuva não me interessa mais.
(alma oca)
Aaaaar - Eu não sei pra onde ir...
(Uma triforca )
Alguns caminhos bobos
Me interessam mais do que outros.
Até experimentei um pouco
Desse seu viciozinho torto:
(Absorta )
Cada relâmpago rasga
Um pensamento breve
Que aos porcos se arrasta
E meche com a cabeça da gente...
(Fecho a boca)
Pus abaixo a dignidade,
Tornei-me impróprio e rústico
E depois da tempestade
A chuva não me interessa mais.
(alma oca)
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Espelho nu (ler em voz)
Seu rosto nu
Nu espelho
Não corrói minha alma
Seu sono agitado vai
Antecipar "me acalma!"
E quando você tentar lutar
Vai perder suas forças
E se cortar com sua faca:
Será, então, que teremos algo a dizer?
Saberemos que há chuva lá fora?
Se há águas que molharão meu rosto...
(Se há lágrimas) Será que levaram embora?
Serão as lágrimas que caem do céu?
Só pra forrar o ar,
só pra formar o mar,
Só pra nos ver chorar...
Essa violência sem amor
São cicatrizes sem valor
São cicatrizes sem valor
São cicatrizes sem valor
Nu espelho
Não corrói minha alma
Seu sono agitado vai
Antecipar "me acalma!"
E quando você tentar lutar
Vai perder suas forças
E se cortar com sua faca:
Será, então, que teremos algo a dizer?
Saberemos que há chuva lá fora?
Se há águas que molharão meu rosto...
(Se há lágrimas) Será que levaram embora?
Serão as lágrimas que caem do céu?
Só pra forrar o ar,
só pra formar o mar,
Só pra nos ver chorar...
Essa violência sem amor
São cicatrizes sem valor
São cicatrizes sem valor
São cicatrizes sem valor
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Vanish.........
